São tantas coisas para contar sobre esta cidade que, durante cinco dias é transformada na Meca da literatura. Além do prazer de esbarrar em grandes escritores (muitas vezes literalmente, graças ao piso irregular, conhecido pelos nativos como pé de moleque), tem também a beleza, a luz que de alguma forma faz com que Paraty fique ainda mais bonita. Este ano, mais colorida com as bandeirinhas e cheia de criatividade em performances espalhadas entre as janelas coloridas.
Foram dias inspiradores, de alguma forma faz com que leitores ganhem ainda mais apetite por palavras bem colocadas. E não é só sobre literatura que respira a FLIP, mesmo futebol, como na mesa de Roberto da Mata e Wisnik, torna-se assunto interessante e mais contagiante. Acreditem, comprei um livro sobre futebol e estou adorando. Quando o autor é bom, o assunto se torna mágico. Tenho muita coisa para contar, um pouco quero guardar para minha nova coluna numa revista que logo contarei a vocês, por enquanto curtam um pouco da beleza dessa festa linda.


Puxa como teria ter ido a FLIP, não só pelo prazer da descoberta de novos autores mas para ouvir e me inspirar com as palestras de Neil Gaiman e Tom Stoppard. Mas tudo bem, recife e seu maracatu tem sido minhas inspirações nessas ultimas semanas. E falando em livros, estou lendo um muito interessante (fica a dica) chama A distância entre nós, de Thrity Umrigar, belissimo e cativante.
Bjos