Depois de um Machado de Assis vestido de prata, o violeiro de lama.
É verdade que tudo o que é feito em exagero, uma hora cansa. É verdade também que, algumas pessoas não têm limites e por isso, nunca chegam ao exagero. Este foi o caso de muitos que ,como eu, passaram dias pensando, ouvindo, falando e respirando literatura e arte.
Perdi a palestra que mais me interessava, Elisabeth Roudinesco, falando sobre o lado obscuro de nós mesmos, livro que estou lendo. Outras como a do Misha com o Guilherme Fiuza, de “Meu nome Não é Johnny”, tive oportunidade de assistir depois no BLOG da FLIP e rever a melhor parte no BLOG do Eduardo Carvalho, para quem não viu, aí vai uma frase que merece ser repetida: “a gente sabe, cientificamente, que maconha não trás o mínimo problema se comparada com o álcool. Então por que a gente não libera a maconha e se, em cinco anos, a civilização ocidental não tiver entrado em colapso, a gente vê como trata as outras”? “quem menos quer ver a droga legalizada é o Taliban, as Farc”.
concordo. mesmo.
moça, o anti-a está de endereço novo: http://blog.antiambiente.com
abraço.
Oi
Adorei seu blog, muito legal mesmo. É bom saber o ponto de vista que as pessoas tem em relação as coisas, por isso gostei daqui. Ler sua opinião é muito interessante, e nota-se que você é uma pessoa culta.
Eu tô procurando um livro que chama “Griffin e Sabine”, e achei no Google um post seu sobre isso: (http://giovannavilela.wordpress.com/2007/10/22/griffin-e-sabine/).
Nossa, desde essa época esgotado, hein?
Tô passando um sufoco pra achar, mas vou continuar tentando porque quero muito ler essa trilogia. Gostaria de saber em qual sebo você achou.
Espero sua resposta e agradeço desde já.