Palavras ao vento…

causos, verdades e mentiras de uma vida repletas de palavras.

Mais uma coluna VS/V Agosto 25, 2008

Arquivado em: Divagando, Literatura — giovannavilela @ 5:15 pm

Convido vocês a ver e dar palpitas a mais uma coluna que escrevo na revista eletronica VS/V.

entrem no : http://www.vsvmagazine.com.br/coluna_giovanna.html

 

Big Brtother Brasilia Agosto 18, 2008

Arquivado em: Política — giovannavilela @ 5:41 pm

Só podia ser da Rita Lee esta grande idéia, olha só o que ela disse em intrevista semana passada:

Eu proponho o seguinte:

Colocar todos os candidatos trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo.

Sem marqueteiros, sem máscaras e sem discursos ensaiados.

Toda semana o público vota e elimina um.

No final do programa o vencedor ganharia o cargo público em votação.

Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.

 

E La Nave Va… Agosto 15, 2008

Arquivado em: Divagando — giovannavilela @ 2:26 pm

Tem gente que continua no yellow submarine, o Robert em seu barquinho estrelado com chance de uma medalha dourada. Como disse José Simão, dourado mesmo, só o Bronzeado do Brasil na China, medalhas só se for as de santinhos…

E la nave va…

 

DIGNIDADE Agosto 13, 2008

Arquivado em: Divagando — giovannavilela @ 5:12 pm

No reino dos fins tudo tem ou um preço ou uma dignidade. Quando uma coisa tem um preço, pode-se pôr em vez dela qualquer outra como equivalente; mas quando uma coisa está acima de todo o preço, e portanto não permite equivalente, então tem ela dignidade. (Kant)

 

Presente de um blog amigo Agosto 13, 2008

Arquivado em: Uncategorized — giovannavilela @ 5:11 pm

FLORAIS

 

Era botânico graduado,

mestrado e pós-doutorado.

Tinha a jardinagem por hobby.

 

Ganhava bem o suficiente

para trabalhar pouco.

Dedicava-se às mulheres.

Teve muitas em sua vida.

 

A primeira delas foi Rosa,

mulher de muitos espinhos.

Com ela, comprou um apartamento

ainda na planta.

E teve um filho.

 

Depois veio Margarida,

moça da roça,

sem muita instrução,

de beleza e atitudes selvagens.

Era arisca na cama.

Gostava de morder,

tinha dentes de leão.

Não deu certo.

 

Casou-se, então, com Hortênsia.

Nela afloravam os instintos mais primitivos.

Tinha a libido à flor da pele.

No fundo, não era  flor que se cheire.

 

Jurou que Jasmim, a quarta esposa,

seria a última, a mulher de sua vida.

A semente do romance?

Algumas tulipas de chopp

numa noite qualquer,

que terminaram com

dois copos de leite

na manhã seguinte.

 

Certo dia não resistiu.

Traiu Jasmim com uma trepadeira,

cravando o ódio em seu peito.

 

Morreu sozinho,

um problema na aorta, dizem os médicos.

Não havia lírios em seu túmulo,

nem mesmo flores de plástico.

 

Pedro Monclar

 

El Tango de Roxane Agosto 5, 2008

Arquivado em: Divagando — giovannavilela @ 7:29 pm